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	<title>O Porto Em Conversa &#187; O Porto em Conversa</title>
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	<copyright>Copyright &#xA9; 2010 O Porto Em Conversa http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/</copyright>
	<managingEditor>vitorsilva.com@gmail.com (Vitor Silva)</managingEditor>
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	<itunes:author>Vitor Silva</itunes:author>
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		<title>GastoPublico</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 11:00:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta edição falei com Javier de la Torre sobre OpenData, a importância de divulgação de informação pública em formatos acessiveis e o seu projecto AbreDatos.


No related posts.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta edição falei com <a href="http://www.twitter.com/jatorre">Javier de la Torre</a> sobre OpenData, a importância de divulgação de informação pública em formatos acessiveis e o seu projecto <a href="http://gastopublico.es">GastoPublico</a>.<br />
(<a href="#englishVersion">go to english version</a>)</p>
<p>Duração total – 58:34<br />
Podem <a href="http://www.oportoemconversa.com/mp3/porto_em_conversa_javierdelatorre.mp3">descarregar o programa</a> (em inglês) directamente ou <a href="http://feeds.feedburner.com/OPortoEmConversa">subscrever o podcast</a>.<br />
<span id="more-954"></span></p>
<p><a href="http://gastopublico.es/"><img src="http://www.oportoemconversa.com/wp-content/uploads/2010/06/gastopublico.png" alt="" title="gastopublico" width="270" height="287" class="alignright size-full wp-image-967" /></a>Começamos por falar sobre a sua empresa, a <a href="http://vizzuality.com/">Vizzuality</a>, especialista em data analisys e data visualisation, e que tem desenvolvido projectos para organizações ligadas à biodiversidade e conservação da natureza como &#8220;<a href="http://groms.gbif.org/">The Global Registry of Migratory Species</a>&#8221; e &#8220;<a href="http://www.protectedplanet.net/">Protected Planet</a>&#8221;</p>
<p>A propósito da sua experiência a utilizar grandes volumes de dados Javier de la Torre detalhou um pouco quais são os problemas típicos da exploração de grandes volumes de informação e como a fase inicial de análise do projecto com a colaboraçao de designers e programadores é fundamental.</p>
<p>Este trabalho conjunto entre designers e developers permite por um lado perceber quais são os mecanismos de interactividade que se podem criar, bem como definir a parte mais estética, o &#8220;look &amp; feel&#8221; e ver como se consegue conjugar com os problemas técnicos que poderão aparecer.</p>
<p>Falamos ainda da importância da participação de cidadãos em projectos que utilizem dados públicos. Na sua opinião, quem desenvolver este tipo de projectos deve trabalhar tanto quanto possivel junto com os organismos públicos já que o que tem verificado é que embora haja organismos que querem divulgar informação, nem sempre a publicam da forma mais interessante, na medida em que nem sempre é divulgada na óptica do cidadão.</p>
<p>Finalmente, e constatando que nem sempre o governo cria bons sites, Javier de la Torre refere que lhe parece mais interessante que a médio/longo prazo o <strong>governo funcione mais como um &#8220;hub&#8221; de publicação de dados de forma a tornar possível a criação de serviços</strong> (por eles ou por outras entidades) em cima desses dados.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
(<a name="englishVersion"></a><strong>english</strong>)<br />
In this edition I speek with <a href="http://www.twitter.com/jatorre">Javier de la Torre</a> about OpenData, the importance of publishing public sector information in machine-readable formats and his project <a href="http://gastopublico.es">GastoPublico</a>.</p>
<p>Length: – 58:34m<br />
You can <a href="http://www.oportoemconversa.com/mp3/porto_em_conversa_javierdelatorre.mp3">download the show</a> (in english) or <a href="http://feeds.feedburner.com/OPortoEmConversa">subscribe the podcast feed</a> (mainly in portuguese).</p>
<p>We start by talking about his company, Vizzuality, specialist in data analisys and data visualization, which has been developing projects for the bidoversity and conservation community, like &#8220;<a href="http://groms.gbif.org/">The Global Registry of Migratory Species</a>&#8221; and &#8220;<a href="http://www.protectedplanet.net/">Protected Planet</a>&#8221;</p>
<p>Considering their experience working with large datasets, Javier de la Torre detailed the tipical problems of exploring those kind of large dataset and how the initial phase of those projects working together with developers and designers is important.</p>
<p>This collaborative work between developers and designers allows them to define what are the possibilities for analysing the data, and what kind of interaction they can build, and also define the aesthetics, the look &amp; feel of the visualization, and match it with what is possible technically.</p>
<p>We also talked about the importance of citizens to participate in this projects that use public sector information. In his opinion, whoever does it should work, as much as possible, together with the government since most public organizations don&#8217;t tend to publish information in interesting ways, usually because they don&#8217;t use good use cases.</p>
<p>Finally, and considering that the government don&#8217;t tend do very good websites, Javier de la Torre says that in the medium/long term he sees the the <strong>government becoming something more like a hub of publishing data and enabling services</strong> that may be built by private organizations or citizens.</p>

<p class="FacebookLikeButton"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.oportoemconversa.com%2F2010%2F06%2F16%2Fgastopublico%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=yes&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;locale=en_US" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height: 25px"></iframe></p>


<p>No related posts.</p>]]></content:encoded>
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		<itunes:summary>Nesta edição falei com Javier de la Torre sobre OpenData, a importância de divulgação de informação pública em formatos acessiveis e o seu projecto GastoPublico.
(go to english version)

Duração total – 58:34
Podem descarregar o programa (em inglês) directamente ou subscrever o podcast.


Começamos por falar sobre a sua empresa, a Vizzuality, especialista em data analisys e data visualisation, e que tem desenvolvido projectos para organizações ligadas à biodiversidade e conservação da natureza como "The Global Registry of Migratory Species" e "Protected Planet"

A propósito da sua experiência a utilizar grandes volumes de dados Javier de la Torre detalhou um pouco quais são os problemas típicos da exploração de grandes volumes de informação e como a fase inicial de análise do projecto com a colaboraçao de designers e programadores é fundamental.

Este trabalho conjunto entre designers e developers permite por um lado perceber quais são os mecanismos de interactividade que se podem criar, bem como definir a parte mais estética, o "look &#38; feel" e ver como se consegue conjugar com os problemas técnicos que poderão aparecer.

Falamos ainda da importância da participação de cidadãos em projectos que utilizem dados públicos. Na sua opinião, quem desenvolver este tipo de projectos deve trabalhar tanto quanto possivel junto com os organismos públicos já que o que tem verificado é que embora haja organismos que querem divulgar informação, nem sempre a publicam da forma mais interessante, na medida em que nem sempre é divulgada na óptica do cidadão.

Finalmente, e constatando que nem sempre o governo cria bons sites, Javier de la Torre refere que lhe parece mais interessante que a médio/longo prazo o governo funcione mais como um "hub" de publicação de dados de forma a tornar possível a criação de serviços (por eles ou por outras entidades) em cima desses dados.

------------
(english)
In this edition I speek with Javier de la Torre about OpenData, the importance of publishing public sector information in machine-readable formats and his project GastoPublico.

Length: – 58:34m
You can download the show (in english) or subscribe the podcast feed (mainly in portuguese).

We start by talking about his company, Vizzuality, specialist in data analisys and data visualization, which has been developing projects for the bidoversity and conservation community, like "The Global Registry of Migratory Species" and "Protected Planet"

Considering their experience working with large datasets, Javier de la Torre detailed the tipical problems of exploring those kind of large dataset and how the initial phase of those projects working together with developers and designers is important.

This collaborative work between developers and designers allows them to define what are the possibilities for analysing the data, and what kind of interaction they can build, and also define the aesthetics, the look &#38; feel of the visualization, and match it with what is possible technically.

We also talked about the importance of citizens to participate in this projects that use public sector information. In his opinion, whoever does it should work, as much as possible, together with the government since most public organizations don't tend to publish information in interesting ways, usually because they don't use good use cases.

Finally, and considering that the government don't tend do very good websites, Javier de la Torre says that in the medium/long term he sees the the government becoming something more like a hub of publishing data and enabling services that may be built by private organizations or citizens.

No related posts.</itunes:summary>
		<itunes:keywords>O Porto em Conversa</itunes:keywords>
		<itunes:author>Vitor Silva</itunes:author>
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		<title>Conversa com Vasco Carmo da livraria Mundo Fantasma</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 11:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta edição do Porto em Conversa falei com Vasco Carmo da livraria Mundo Fantasma para além de falarmos da edição de banda desenhada em Portugal ou do Salão de Banda Desenhada do Porto também revimos o que diferencia uma loja num mercado em que a internet é um grande concorrente.


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<li><a href='http://www.oportoemconversa.com/2009/04/12/conversa-com-rodrigo-oliveira-podcast/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Conversa com Rodrigo Oliveira &#8211; podcast'>Conversa com Rodrigo Oliveira &#8211; podcast</a></li>
<li><a href='http://www.oportoemconversa.com/2009/01/09/conversa-com-tiago-azevedo-fernandes-primeiras-notas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Conversa com Tiago Azevedo Fernandes &#8211; primeiras notas'>Conversa com Tiago Azevedo Fernandes &#8211; primeiras notas</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta edição do Porto em Conversa falei com <a href="http://blog.mundofantasma.com/?p=4355">Vasco Carmo</a> da livraria <a href="http://blog.mundofantasma.com">Mundo Fantasma</a> para além de falarmos da edição de banda desenhada em Portugal ou do Salão de Banda Desenhada do Porto também revimos o que diferencia uma loja num mercado em que a internet é um grande concorrente.</p>
<p>Duração total – 40:37<br />
Podem <a href="http://www.oportoemconversa.com/mp3/porto_em_conversa_vasco_carmo.mp3">descarregar o programa</a> directamente ou <a href="http://feeds.feedburner.com/OPortoEmConversa">subscrever o podcast</a><br />
<span id="more-900"></span></p>
<p><img src="http://www.oportoemconversa.com/wp-content/uploads/2010/06/3374-1.jpg" alt="" title="3374-1" width="400" height="266" class="alignright size-full wp-image-903" />Para Vasco Carmo, a &#8220;internet é um concorrente desleal principalmente no que diz respeito ao preço&#8221;, com politicas de preços e descontos muito agressivos, e por isso não podem pensar em competir pelo preço com concorrentes como a Amazon ou mesmo outros grandes distribuidores como hipermercados ou Fnac.</p>
<p>Refere ainda que apesar de ser uma livraria de banda desenhada continua a manter o <strong>conceito tradicional de livraria, de comércio tradicional, personalizado&#8221;</strong> e nesse sentido em vez da oferta massificada de outros, apostam no serviço prestado, na criação de uma relação com os clientes que lhes permita, por exemplo, a longo prazo ir recomendando títulos que estão de acordo com as preferências dos seus clientes.</p>
<p>Falamos também da galeria que actualmente complementa o espaço da livraria e da importância que tem ao reocupar um espaço de divulgação da banda desenhada que foi deixado pelo fim do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sal%C3%A3o_Internacional_de_Banda_Desenhada_do_Porto">Salão do Porto</a>. </p>
<p>Relativamente aos novos suportes de publicação como iPad, Kindle e outros e-readers considera que podem ser &#8220;uma ameaça mas dependendo como a indústria reagir pode também ser mais uma arma de promoção&#8221; considerando previsivel um ajustamento na oferta de algum tipo de títulos.</p>

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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<itunes:subtitle>Nesta edição do Porto em Conversa falei com Vasco Carmo da livraria Mundo Fantasma para além de falarmos da edição de banda desenhada em Portugal ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Nesta edição do Porto em Conversa falei com Vasco Carmo da livraria Mundo Fantasma para além de falarmos da edição de banda desenhada em Portugal ou do Salão de Banda Desenhada do Porto também revimos o que diferencia uma loja num mercado em que a internet é um grande concorrente.

Duração total – 40:37
Podem descarregar o programa directamente ou subscrever o podcast


Para Vasco Carmo, a "internet é um concorrente desleal principalmente no que diz respeito ao preço", com politicas de preços e descontos muito agressivos, e por isso não podem pensar em competir pelo preço com concorrentes como a Amazon ou mesmo outros grandes distribuidores como hipermercados ou Fnac.

Refere ainda que apesar de ser uma livraria de banda desenhada continua a manter o conceito tradicional de livraria, de comércio tradicional, personalizado" e nesse sentido em vez da oferta massificada de outros, apostam no serviço prestado, na criação de uma relação com os clientes que lhes permita, por exemplo, a longo prazo ir recomendando títulos que estão de acordo com as preferências dos seus clientes.

Falamos também da galeria que actualmente complementa o espaço da livraria e da importância que tem ao reocupar um espaço de divulgação da banda desenhada que foi deixado pelo fim do Salão do Porto. 

Relativamente aos novos suportes de publicação como iPad, Kindle e outros e-readers considera que podem ser "uma ameaça mas dependendo como a indústria reagir pode também ser mais uma arma de promoção" considerando previsivel um ajustamento na oferta de algum tipo de títulos.

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		<itunes:keywords>O Porto em Conversa</itunes:keywords>
		<itunes:author>Vitor Silva</itunes:author>
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		<title>Conversa com Alexandre Gamela &#8211; Jornalismo Digital &#8211; parte 2</title>
		<link>http://www.oportoemconversa.com/2010/05/16/conversa-com-alexandre-gamela-jornalismo-digital-parte-2/</link>
		<comments>http://www.oportoemconversa.com/2010/05/16/conversa-com-alexandre-gamela-jornalismo-digital-parte-2/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 May 2010 18:35:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Porto em Conversa]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Gamela]]></category>
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		<category><![CDATA[Podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[O tema que acompanhou as duas partes desta entrevista com <a href="http://alexgamela.com/blog">Alexandre Gamela</a> foi o jornalismo digital, nomeadamente o seu contexto e os desafios que apresenta.
Na segunda parte desta entrevista detalhamos principalmente a experiência do site que acompanhou a <a href="http://www.netvibes.com/tempmad#HOME">tragédia da Madeira</a>, porque teve tanto sucesso e como evoluiu.


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tema que acompanhou as duas partes desta entrevista com <a href="http://alexgamela.com/blog">Alexandre Gamela</a> foi o jornalismo digital, nomeadamente o seu contexto e os desafios que apresenta.</p>
<p>Na segunda parte desta entrevista detalhamos principalmente a experiência do site que acompanhou a <a href="http://www.netvibes.com/tempmad#HOME">tragédia da Madeira</a>, porque teve tanto sucesso e como evoluiu.</p>
<p>Duração total – 29:45<br />
Podem <a href="http://www.oportoemconversa.com/mp3/porto_em_conversa_alexandre_gamela_2.mp3">descarregar o programa</a> directamente ou <a href="http://feeds.feedburner.com/OPortoEmConversa">subscrever o podcast</a><br />
<span id="more-886"></span><br />
<img src="http://www.oportoemconversa.com/wp-content/uploads/2010/05/author.jpg" alt="" title="author" width="106" height="106" class="alignright size-full wp-image-888" />Na sua opinião, grande parte do impacto que este projecto teve deveu-se ao facto da tragédia ter ocorrido a um sábado, numa altura em que a maioria das redacções estaria vazia.</p>
<p>Assim, uma combinação de jornalismo, capacidade tecnológica e uma boa rede que permitiu encontrar mais duas pessoas (<a href="http://twitter.com/krat3r">Dário Ornelas</a> e <a href="http://thezargon.org">Fernando Fonseca</a>) para o projecto permitiu em 2 dias ter um site organizado por pessoas que não estavam sequer na Madeira mas que serviu em alguns casos de primeiro local de informação para quem queria saber dos seus familiares.</p>
<p>De qualquer forma Alexandre Gamela voltou a frisar que &#8220;para saber o que se passa tem que se estar no local&#8221;. Na sua opinião, <strong>esta abordagem tecnológica serve essencialmente para cobrir os momentos iniciais à distância</strong>.</p>
<p>Isto não quer dizer que não se deve usar a tecnologia ou que só se deve usar a tecnologia, acima de tudo, refere, &#8220;a tecnologia permite-nos repensar como construímos o produto [notícia]&#8221;</p>
<p><strong>&#8220;Como temos interactividade, comunidade, redistribuição de conteúdos, multimédia é preciso criar um produto jornalistico que tenha em conta todos esses factores e que mantenha / aumente o seu valor central informativo&#8221;</strong>.</p>
<p>&#8220;O conteudo informativo tem importância por causa do impacto que tem para nós como membros de uma sociedade&#8221;, concluiu.</p>
<p>Ficaram ainda muitas coisas por falar, nomeadamente saber como tornar rentável ou minimamente sustentável o jornalismo do sec. XXI.<br />
Se quiserem saber a opinião do Alexandre Gamela é só acompanhá-lo no seu blog em <a href="http://alexgamela.com/blog">http://alexgamela.com/blog</a>.</p>

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		<itunes:subtitle>O tema que acompanhou as duas partes desta entrevista com Alexandre Gamela foi o jornalismo digital, nomeadamente o seu contexto e os desafios que apresenta.

Na ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>O tema que acompanhou as duas partes desta entrevista com Alexandre Gamela foi o jornalismo digital, nomeadamente o seu contexto e os desafios que apresenta.

Na segunda parte desta entrevista detalhamos principalmente a experiência do site que acompanhou a tragédia da Madeira, porque teve tanto sucesso e como evoluiu.

Duração total – 29:45
Podem descarregar o programa directamente ou subscrever o podcast

Na sua opinião, grande parte do impacto que este projecto teve deveu-se ao facto da tragédia ter ocorrido a um sábado, numa altura em que a maioria das redacções estaria vazia.

Assim, uma combinação de jornalismo, capacidade tecnológica e uma boa rede que permitiu encontrar mais duas pessoas (Dário Ornelas e Fernando Fonseca) para o projecto permitiu em 2 dias ter um site organizado por pessoas que não estavam sequer na Madeira mas que serviu em alguns casos de primeiro local de informação para quem queria saber dos seus familiares.

De qualquer forma Alexandre Gamela voltou a frisar que "para saber o que se passa tem que se estar no local". Na sua opinião, esta abordagem tecnológica serve essencialmente para cobrir os momentos iniciais à distância.

Isto não quer dizer que não se deve usar a tecnologia ou que só se deve usar a tecnologia, acima de tudo, refere, "a tecnologia permite-nos repensar como construímos o produto [notícia]"

"Como temos interactividade, comunidade, redistribuição de conteúdos, multimédia é preciso criar um produto jornalistico que tenha em conta todos esses factores e que mantenha / aumente o seu valor central informativo".

"O conteudo informativo tem importância por causa do impacto que tem para nós como membros de uma sociedade", concluiu.

Ficaram ainda muitas coisas por falar, nomeadamente saber como tornar rentável ou minimamente sustentável o jornalismo do sec. XXI.
Se quiserem saber a opinião do Alexandre Gamela é só acompanhá-lo no seu blog em http://alexgamela.com/blog.

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		<itunes:author>Vitor Silva</itunes:author>
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		<title>Conversa com Alexandre Gamela &#8211; Jornalismo Digital &#8211; parte 1</title>
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		<pubDate>Sun, 16 May 2010 18:34:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O tema que acompanhou as duas partes desta entrevista com Alexandre Gamela foi o jornalismo digital, nomeadamente o seu contexto e os desafios que apresenta.
Nesta primeira parte falamos do glamour do jornalismo, da gestão de comunidades virtuais e da realidade portuguesa do jornalismo digital.


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			<content:encoded><![CDATA[<p>O tema que acompanhou as duas partes desta entrevista com <a href="http://alexgamela.com/blog">Alexandre Gamela</a> foi o jornalismo digital, nomeadamente o seu contexto e os desafios que apresenta.</p>
<p>Nesta primeira parte falamos do glamour do jornalismo, da gestão de comunidades virtuais e da realidade portuguesa do jornalismo digital.</p>
<p>Duração total – 38:13<br />
Podem <a href="http://www.oportoemconversa.com/mp3/porto_em_conversa_alexandre_gamela_1.mp3">descarregar o programa</a> directamente ou <a href="http://feeds.feedburner.com/OPortoEmConversa">subscrever o podcast</a><br />
<span id="more-883"></span><br />
<img src="http://www.oportoemconversa.com/wp-content/uploads/2010/05/author.jpg" alt="" title="author" width="106" height="106" class="alignright size-full wp-image-888" />A propósito de algum glamour que o mundo do jornalismo ainda transmite, Alexandre Gamela refere que <strong>&#8220;normalmente as pessoas interessam-se pelo jornalismo por causa das grandes reportagens das grandes historias mas são muito poucos os que conseguem fazer isso&#8221;</strong>, acrescenta aliás que ou o jornalista se consegue especializar ou o seu trabalho de simples acompanhamento da agenda diária passa a ser bastante monótono e repetitivo.</p>
<p>Falando do projecto <a href="http://www.hashbrum.co.uk/">Hashbrum</a> que desenvolveu em conjunto com outras pessoas em Birmingham, destacou que para conseguir descobrir as notícias é preciso não só uma boa rede de contactos mas também olhar directamente para a comunidade em que se está inserido referindo que &#8220;<strong>nós só sabemos o que se passa no mundo em que vivemos ao andar na rua e olharmos para as pessoas que vivem nele e falar com elas directamente</strong>&#8220;.</p>
<p>Num paralelismo entre o que se passa noutros países e a realidade portuguesa, e sobre se há massa critica em Portugal para projectos hiperlocais, Alexandre Gamela nota que mesmo a nivel da realidade quotidiana não virtual não há grande espírito comunitário daí que seja previsivelmente mais dificil conseguir replicar online aquilo que quase não existe no real.</p>
<p>De qualquer forma a relativa facilidade com que se consegue aproveitar ferramentas, normalmente grátis, de gestão de conteúdos online pode permitir o aparecimento de projectos interessantes principalmente se forem acompanhados de uma gestão activa dessas comunidades.</p>
<p>Quanto à realidade portuguesa, considera ainda que &#8220;<strong>não existe um mercado alvo suficientemente forte para se conseguir investir em alguns projectos</strong>&#8221; para além de, se tivermos em conta os números de vendas de jornais em Portugal, também parecer não existir grande interesse por parte do grande público.</p>

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Nesta ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>O tema que acompanhou as duas partes desta entrevista com Alexandre Gamela foi o jornalismo digital, nomeadamente o seu contexto e os desafios que apresenta.

Nesta primeira parte falamos do glamour do jornalismo, da gestão de comunidades virtuais e da realidade portuguesa do jornalismo digital.

Duração total – 38:13
Podem descarregar o programa directamente ou subscrever o podcast

A propósito de algum glamour que o mundo do jornalismo ainda transmite, Alexandre Gamela refere que "normalmente as pessoas interessam-se pelo jornalismo por causa das grandes reportagens das grandes historias mas são muito poucos os que conseguem fazer isso", acrescenta aliás que ou o jornalista se consegue especializar ou o seu trabalho de simples acompanhamento da agenda diária passa a ser bastante monótono e repetitivo.

Falando do projecto Hashbrum que desenvolveu em conjunto com outras pessoas em Birmingham, destacou que para conseguir descobrir as notícias é preciso não só uma boa rede de contactos mas também olhar directamente para a comunidade em que se está inserido referindo que "nós só sabemos o que se passa no mundo em que vivemos ao andar na rua e olharmos para as pessoas que vivem nele e falar com elas directamente".

Num paralelismo entre o que se passa noutros países e a realidade portuguesa, e sobre se há massa critica em Portugal para projectos hiperlocais, Alexandre Gamela nota que mesmo a nivel da realidade quotidiana não virtual não há grande espírito comunitário daí que seja previsivelmente mais dificil conseguir replicar online aquilo que quase não existe no real.

De qualquer forma a relativa facilidade com que se consegue aproveitar ferramentas, normalmente grátis, de gestão de conteúdos online pode permitir o aparecimento de projectos interessantes principalmente se forem acompanhados de uma gestão activa dessas comunidades.

Quanto à realidade portuguesa, considera ainda que "não existe um mercado alvo suficientemente forte para se conseguir investir em alguns projectos" para além de, se tivermos em conta os números de vendas de jornais em Portugal, também parecer não existir grande interesse por parte do grande público.

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		<itunes:author>Vitor Silva</itunes:author>
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		<title>Oresund@Portic &#8211; Pedro Castro Henriques</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 22:47:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos passados dias 19 e 20 de abril de 2010 realizou-se na Casa da Musica, no Porto, o primeiro evento público realizado pela Portic &#8211; Think Tank for Portuguese Internationalization. A propósito disso falei com Pedro Castro Henriques, presidente da Portic, sobre os objectivos que pretendem atingir e a estratégia que vão seguir. Duração total [...]


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<li><a href='http://www.oportoemconversa.com/2009/12/16/movimento-civico-pela-linha-do-tua-%e2%80%93-nuno-castro-henriques/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Movimento Cívico pela Linha do Tua – Nuno Castro Henriques'>Movimento Cívico pela Linha do Tua – Nuno Castro Henriques</a></li>
<li><a href='http://www.oportoemconversa.com/2009/08/11/conversa-com-pedro-principe-podcast/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Conversa com Pedro Principe &#8211; podcast'>Conversa com Pedro Principe &#8211; podcast</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos passados dias 19 e 20 de abril de 2010 realizou-se  na Casa da Musica, no Porto, o primeiro evento público realizado pela <a href="http://www.portic.org/">Portic &#8211; Think Tank for Portuguese Internationalization</a>.</p>
<p>A propósito disso falei com Pedro Castro Henriques, presidente da Portic, sobre os objectivos que pretendem atingir e a estratégia que vão seguir.</p>
<p>Duração total – 29:31<br />
Podem <a href="http://www.oportoemconversa.com/mp3/oresund_pedrocastrohenriques.mp3">descarregar o programa</a> directamente ou <a href="http://feeds.feedburner.com/OPortoEmConversa">subscrever o podcast</a>.<br />
<span id="more-872"></span></p>
<p>Segundo Pedro Castro Henriques, &#8220;<strong>O objectivo da Portic é aumentar as exportações portuguesas [e] contribuir para repensar a forma como é feita a internacionalização das empresas</strong>&#8220;. &#8220;O nosso enfoque é nas empresas de TIC, principalmente aquelas que têm lideres activos (&#8230;) e que querem promover essa internacionalização&#8221;.</p>
<p>Contando actualmente com membros que têm know-how prático e teórico bem como com 2 gerações de empresários (uma já estabelecida e outra a começar), a Portic pretende servir de facilitador na obtenção de contactos e criador de redes que permitam às empresas portuguesas conseguir um <strong>processo de internacionalização com &#8220;menos esforço, partilha riscos e melhores resultados&#8221;</strong>.<br />
Complementarmente a essa perspectiva internacionalizadora, outro dos objectivos da Portic é o de promover a interacção e troca de experiências entre as empresas nacionais, numa perspectiva de criação de sinergias e promoção da inovação.</p>
<p>Para além deste encontro em Portugal com empresas escandinavas, a Portic tem já marcada uma missão a Orsund para &#8220;follow-up&#8221; destas reuniões iniciais ainda este ano e tem planeado para o próximo ano uma outra missão à Índia bem como contactos exploratórios com a Galiza.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-878" title="pedrocastrohenriques" src="http://www.oportoemconversa.com/wp-content/uploads/2010/04/pedrocastrohenriques.png" alt="" width="600" height="402" /></p>

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		<itunes:subtitle>Nos passados dias 19 e 20 de abril de 2010 realizou-se  na Casa da Musica, no Porto, o primeiro evento público realizado pela Portic ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Nos passados dias 19 e 20 de abril de 2010 realizou-se  na Casa da Musica, no Porto, o primeiro evento público realizado pela Portic - Think Tank for Portuguese Internationalization.

A propósito disso falei com Pedro Castro Henriques, presidente da Portic, sobre os objectivos que pretendem atingir e a estratégia que vão seguir.

Duração total – 29:31
Podem descarregar o programa directamente ou subscrever o podcast.


Segundo Pedro Castro Henriques, "O objectivo da Portic é aumentar as exportações portuguesas [e] contribuir para repensar a forma como é feita a internacionalização das empresas". "O nosso enfoque é nas empresas de TIC, principalmente aquelas que têm lideres activos (...) e que querem promover essa internacionalização".

Contando actualmente com membros que têm know-how prático e teórico bem como com 2 gerações de empresários (uma já estabelecida e outra a começar), a Portic pretende servir de facilitador na obtenção de contactos e criador de redes que permitam às empresas portuguesas conseguir um processo de internacionalização com "menos esforço, partilha riscos e melhores resultados".
Complementarmente a essa perspectiva internacionalizadora, outro dos objectivos da Portic é o de promover a interacção e troca de experiências entre as empresas nacionais, numa perspectiva de criação de sinergias e promoção da inovação.

Para além deste encontro em Portugal com empresas escandinavas, a Portic tem já marcada uma missão a Orsund para "follow-up" destas reuniões iniciais ainda este ano e tem planeado para o próximo ano uma outra missão à Índia bem como contactos exploratórios com a Galiza.



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		<title>Oresund@Portic &#8211; Micael Gustafsson</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 10:00:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na entrevista que tive oportunidade de realizar com <a href="http://know.oresundit.org/?id=1353">Micael Gustafsson</a>, Managing Director da Oresund IT, falamos da Portic e como se compara com a Orsund IT, qual o balanço que fez da sua passagem por Portugal e como vê papel das TIC na relação com as outras indústrias.


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos passados dias 19 e 20 de abril de 2010 realizou-se  na Casa da Musica, no Porto, o primeiro evento público realizado pela <a href="http://www.portic.org/">Portic &#8211; Think Tank for Portuguese Internationalization</a>.</p>
<p>Neste primeiro evento, <a href="http://www.linkedin.com/osview/canvas?_ch_page_id=1&amp;_ch_panel_id=1&amp;_ch_app_id=7083120&amp;_applicationId=2000&amp;_ownerId=0&amp;appParams={%22go_to%22:%22events/282773%22,%22referrer%22:%22public%22}">Oresund@Portic</a>, que teve como foco o mercado escandinavo estiveram presentes, entre outros, representantes da organização Oresund IT, das agências de investimento do Sul da Suécia e de Copenhaga, Invest in Skane e Copenhagen Capacity.</p>
<p>Duração total – 11:43<br />
Podem <a href="http://www.oportoemconversa.com/mp3/oresund_micaelgustafsson.mp3">descarregar o programa</a> directamente ou <a href="http://feeds.feedburner.com/OPortoEmConversa">subscrever o podcast</a>.<br />
<span id="more-861"></span><br />
<img class="alignright size-full wp-image-862" title="micael_181x92" src="http://www.oportoemconversa.com/wp-content/uploads/2010/04/micael_181x92.jpg" alt="" width="181" height="92" />Na entrevista que tive oportunidade de realizar com <a href="http://know.oresundit.org/?id=1353">Micael Gustafsson</a>, Managing Director da Oresund IT, falamos da Portic e como se compara com a Orsund IT, qual o balanço que fez da sua passagem por Portugal e como vê papel das TIC na relação com as outras indústrias.</p>
<p>Para Micael Gustafsson, eventos como o Oresund@Portic são muito importantes para criar relações de confiança quer entre empresas e investidores, quer entre as próprias empresas de uma mesma região.<br />
Considerou ainda a estratégia da Portic, de apostar desde já na internacionalização, como um passo importante para reduzir o tempo que este tipo de iniciativas leva normalmente a implementar-se, nas suas palavras, <strong>&#8220;Giving the environment and the circumstances here in Porto, I think that Portic is doing the right thing&#8221; (&#8230;) &#8220;the Portic initiative is going international immediately so hopefully you&#8217;ll start producing results in maybe two, three years time span&#8221;.</strong></p>
<p>Referiu ainda que este foi um evento bastante produtivo já que permitiu identificar desde já oportunidades de negócio que poderão juntar empresas portuguesas e empresas suecas ou dinamarquesas,  acrescentando ainda que, mesmo ao nível do que se faz na Universidade do Porto, nomeadamente na FEUP, encontrou projectos interessantes que poderão explorados em conjunto no futuro.</p>
<p>Finalmente, alertou para a importância da ligação das empresas TIC a outras indústrias até porque <strong>&#8220;it&#8217;s actually in the cross fields between [industries] (&#8230;) where we will see the really new innovations</strong>&#8220;, referindo o potencial que pode haver na ligação às Indústrias Criativas, Indústrias do Mar, etc.</p>
<p><a href="http://www.oportoemconversa.com/wp-content/uploads/2010/04/oresund_micaelgustafsson.pdf">Ler transcrição da entrevista</a></p>

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<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.oportoemconversa.com/2010/04/27/oresundportic-pedro-castro-henriques/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Oresund@Portic &#8211; Pedro Castro Henriques'>Oresund@Portic &#8211; Pedro Castro Henriques</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<itunes:subtitle>Nos passados dias 19 e 20 de abril de 2010 realizou-se  na Casa da Musica, no Porto, o primeiro evento público realizado pela Portic ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Nos passados dias 19 e 20 de abril de 2010 realizou-se  na Casa da Musica, no Porto, o primeiro evento público realizado pela Portic - Think Tank for Portuguese Internationalization.

Neste primeiro evento, Oresund@Portic, que teve como foco o mercado escandinavo estiveram presentes, entre outros, representantes da organização Oresund IT, das agências de investimento do Sul da Suécia e de Copenhaga, Invest in Skane e Copenhagen Capacity.

Duração total – 11:43
Podem descarregar o programa directamente ou subscrever o podcast.

Na entrevista que tive oportunidade de realizar com Micael Gustafsson, Managing Director da Oresund IT, falamos da Portic e como se compara com a Orsund IT, qual o balanço que fez da sua passagem por Portugal e como vê papel das TIC na relação com as outras indústrias.

Para Micael Gustafsson, eventos como o Oresund@Portic são muito importantes para criar relações de confiança quer entre empresas e investidores, quer entre as próprias empresas de uma mesma região.
Considerou ainda a estratégia da Portic, de apostar desde já na internacionalização, como um passo importante para reduzir o tempo que este tipo de iniciativas leva normalmente a implementar-se, nas suas palavras, "Giving the environment and the circumstances here in Porto, I think that Portic is doing the right thing" (...) "the Portic initiative is going international immediately so hopefully you'll start producing results in maybe two, three years time span".

Referiu ainda que este foi um evento bastante produtivo já que permitiu identificar desde já oportunidades de negócio que poderão juntar empresas portuguesas e empresas suecas ou dinamarquesas,  acrescentando ainda que, mesmo ao nível do que se faz na Universidade do Porto, nomeadamente na FEUP, encontrou projectos interessantes que poderão explorados em conjunto no futuro.

Finalmente, alertou para a importância da ligação das empresas TIC a outras indústrias até porque "it's actually in the cross fields between [industries] (...) where we will see the really new innovations", referindo o potencial que pode haver na ligação às Indústrias Criativas, Indústrias do Mar, etc.

Ler transcrição da entrevista

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		<itunes:keywords>O Porto em Conversa</itunes:keywords>
		<itunes:author>Vitor Silva</itunes:author>
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		<item>
		<title>Conversa com Luís Borges Gouveia &#8211; O Digital e o Território</title>
		<link>http://www.oportoemconversa.com/2010/04/12/conversa-com-luis-borges-gouveia-o-digital-e-o-territorio/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 22:36:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Porto em Conversa]]></category>
		<category><![CDATA[acesso a dados]]></category>
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		<category><![CDATA[luis borges gouveia]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>

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		<description><![CDATA[A entrevista mais recente do Porto em Conversa foi com Luis Borges Gouveia e teve como mote as relações entre o digital e o território.


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<li><a href='http://www.oportoemconversa.com/2009/12/05/sakai-participar-numa-comunidade-open-source-de-forma-activa-luis-borges-gouveia/' rel='bookmark' title='Permanent Link: &quot;Sakai: participar numa comunidade open source de forma activa&quot; &#8211; Luís Borges Gouveia'>&quot;Sakai: participar numa comunidade open source de forma activa&quot; &#8211; Luís Borges Gouveia</a></li>
<li><a href='http://www.oportoemconversa.com/2010/05/16/conversa-com-alexandre-gamela-jornalismo-digital-parte-1/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Conversa com Alexandre Gamela &#8211; Jornalismo Digital &#8211; parte 1'>Conversa com Alexandre Gamela &#8211; Jornalismo Digital &#8211; parte 1</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A entrevista mais recente do Porto em Conversa foi com <a href="http://lmbg.blogspot.com/">Luis Borges Gouveia</a> e teve como mote as relações entre o digital e o território.</p>
<p>Luís Borges Gouveia é <a href="http://homepage.ufp.pt/~lmbg/">professor associado da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Fernando Pessoa</a>, autor de vários artigos e livros que têm como fio condutor os sistemas e informação e a sua relação com a sociedade.</p>
<p>Um dos pontos interessantes desta entrevista é a aparente inversão de importância na relação digital / território.<br />
Apesar do nosso mundo ser cada vez mais digital, na opinião de Luis Borges Gouveia, <strong>&#8220;face a um mundo cada vez mais plano, a luta pela qualidade de vida (&#8230;) é conseguida principalmente quando nós conseguimos ser polos de atracção e para isso temos que cuidar do nosso território&#8221; daí &#8220;a importância do local fisico para sustentar o digital&#8221;</strong>.</p>
<p>Duração total – 37:29<br />
Podem <a href="http://www.oportoemconversa.com/mp3/porto_em_conversa_luis_borges_gouveia.mp3">descarregar o programa</a> directamente ou <a href="http://feeds.feedburner.com/OPortoEmConversa">subscrever o podcast</a>.</p>
<p><span id="more-824"></span></p>
<p>Um dos objectivos desta entrevista era explorar alguns dos seus trabalhos mais antigos nomeadamentos os que eram relacionados com cidades digitais e realizados no inicios dos anos 2000 e compará-los com a realidade actual.</p>
<p>Estes projectos apesar de terem uma vertente tecnológica forte tinham também uma ideia mais utópica por trás, nomeadamente perceber &#8220;como seria interessante aproveitar o crescente aparecimento e globalização de computadores e redes para ordenar a cidade e torna-la um espaço menos angustiante&#8221;.<img class="alignright size-full wp-image-826" src="http://www.oportoemconversa.com/wp-content/uploads/2010/04/lbg2.png" alt="" width="376" height="500" /></p>
<p>Ainda segundo Luis Borges Gouveia, Uma das formas pela qual a tecnologia pode ter um contributo positivo nesta relação com o território é proporcionando <strong>&#8220;meios de observação da realidade e de proporcionar dados o mais próximos possíveis da realidade&#8221;</strong>.<br />
A ideia é melhorar o autoconhecimento dos territórios e fornecer dados concretos para que os decisores posssam avaliar a eficiência e eficácia das acções que se levam a cabo.</p>
<p>Até porque numa altura em que os ciclos (de conhecimento, de decisão, &#8230;) vão sendo cada vez mais curtos não faz sentido continuarmos dependentes só de fontes de dados como os censos (de dez em dez anos) ou outras com um período de latência elevado.</p>
<p>Em parte esta opção assume que há outros possíveis contribuidores de informação que podem ser considerados e que através de algumas ferramentas da chamada web2.0 conseguem contribuir com conteúdos relevantes para esta temática da gestão do território.</p>
<p>No entanto, na opinião de Luis Borges Gouveia, esta tendência de aparente equalização das capacidades dos cidadãos em relação ao que habitualmente era atribuido a empresas e estados tende a retirar responsabilidade a quem a deverá ter. Nas suas palavras, <strong>&#8220;um dos problemas é que estamos a tornar tudo muito igual e com isso diluimos a responsabilidade (&#8230;), estamos retirar a responsabilidade a quem tem essa responsabilidade&#8221;</strong>.<br />
É por isso importante ter em atenção que &#8220;a participação é um momento, e a gestão é outro momento&#8221; pelo que esses processos devem ser encarados de forma diferente.</p>
<p>(Imagens cedidas pela <a href="http://cidadesurpreendente.blogspot.com/">Cidade Surpreendente</a> – <a href="http://cidadesurpreendente.blogspot.com/2005/11/uma-nova-centralidade.html">aqui</a> e <a href="http://cidadesurpreendente.blogspot.com/2005/11/tableaux-vivants-em-serralves.html">aqui</a>)</p>

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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<itunes:subtitle>A entrevista mais recente do Porto em Conversa foi com Luis Borges Gouveia e teve como mote as relações entre o digital e o território.

Luís ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>A entrevista mais recente do Porto em Conversa foi com Luis Borges Gouveia e teve como mote as relações entre o digital e o território.

Luís Borges Gouveia é professor associado da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Fernando Pessoa, autor de vários artigos e livros que têm como fio condutor os sistemas e informação e a sua relação com a sociedade.

Um dos pontos interessantes desta entrevista é a aparente inversão de importância na relação digital / território.
Apesar do nosso mundo ser cada vez mais digital, na opinião de Luis Borges Gouveia, "face a um mundo cada vez mais plano, a luta pela qualidade de vida (...) é conseguida principalmente quando nós conseguimos ser polos de atracção e para isso temos que cuidar do nosso território" daí "a importância do local fisico para sustentar o digital".

Duração total – 37:29
Podem descarregar o programa directamente ou subscrever o podcast.



Um dos objectivos desta entrevista era explorar alguns dos seus trabalhos mais antigos nomeadamentos os que eram relacionados com cidades digitais e realizados no inicios dos anos 2000 e compará-los com a realidade actual.

Estes projectos apesar de terem uma vertente tecnológica forte tinham também uma ideia mais utópica por trás, nomeadamente perceber "como seria interessante aproveitar o crescente aparecimento e globalização de computadores e redes para ordenar a cidade e torna-la um espaço menos angustiante".

Ainda segundo Luis Borges Gouveia, Uma das formas pela qual a tecnologia pode ter um contributo positivo nesta relação com o território é proporcionando "meios de observação da realidade e de proporcionar dados o mais próximos possíveis da realidade".
A ideia é melhorar o autoconhecimento dos territórios e fornecer dados concretos para que os decisores posssam avaliar a eficiência e eficácia das acções que se levam a cabo.

Até porque numa altura em que os ciclos (de conhecimento, de decisão, ...) vão sendo cada vez mais curtos não faz sentido continuarmos dependentes só de fontes de dados como os censos (de dez em dez anos) ou outras com um período de latência elevado.

Em parte esta opção assume que há outros possíveis contribuidores de informação que podem ser considerados e que através de algumas ferramentas da chamada web2.0 conseguem contribuir com conteúdos relevantes para esta temática da gestão do território.

No entanto, na opinião de Luis Borges Gouveia, esta tendência de aparente equalização das capacidades dos cidadãos em relação ao que habitualmente era atribuido a empresas e estados tende a retirar responsabilidade a quem a deverá ter. Nas suas palavras, "um dos problemas é que estamos a tornar tudo muito igual e com isso diluimos a responsabilidade (...), estamos retirar a responsabilidade a quem tem essa responsabilidade".
É por isso importante ter em atenção que "a participação é um momento, e a gestão é outro momento" pelo que esses processos devem ser encarados de forma diferente.

(Imagens cedidas pela Cidade Surpreendente – aqui e aqui)

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&#34;Sakai: participar numa comunidade open source de forma activa&#34; &#8211; Luís Borges Gouveia
Conversa com Alexandre Gamela &#8211; Jornalismo Digital &#8211; parte 1
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		<itunes:keywords>O Porto em Conversa</itunes:keywords>
		<itunes:author>Vitor Silva</itunes:author>
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		<title>Conversa com Fernando Martins &#8211; muchBeta, a tecnologia</title>
		<link>http://www.oportoemconversa.com/2010/01/24/conversa-com-fernando-martins-muchbeta-a-tecnologia/</link>
		<comments>http://www.oportoemconversa.com/2010/01/24/conversa-com-fernando-martins-muchbeta-a-tecnologia/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 21:44:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Porto em Conversa]]></category>
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		<category><![CDATA[zend]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de na primeira parte temos falado mais sobre a parte de negócio da muchBeta, nesta parte exploramos mais a vertente tecnológica: como é o processo de desenvolvimento, que opções tecnológicas tomaram e como vêm a integração entre diferentes aplicações.


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<li><a href='http://www.oportoemconversa.com/2009/05/07/conversa-com-catarina-martins-podcast/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Conversa com Catarina Martins &#8211; podcast'>Conversa com Catarina Martins &#8211; podcast</a></li>
<li><a href='http://www.oportoemconversa.com/2009/12/15/programar-para-o-mundo-e-nao-para-portugal-fernando-martins/' rel='bookmark' title='Permanent Link: &#8220;Programar para o Mundo e não para Portugal&#8221; &#8211; Fernando Martins'>&#8220;Programar para o Mundo e não para Portugal&#8221; &#8211; Fernando Martins</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de na <a href="http://www.oportoemconversa.com/2010/01/24/conversa-com-fernando-martins-muchbeta-o-negocio/">primeira parte</a> temos falado mais sobre a parte de negócio da <a href="http://www.muchbeta.com">muchBeta</a>, nesta parte exploramos mais a vertente tecnológica.<br />
Falamos primeiro sobre o processo de desenvolvimento da muchBeta e como já evoluiu nos dois primeiros produtos que já foram lançados: <a href="http://www.lawrd.com/">Lawrd</a> e <a href="http://www.teepin.com/">Teepin</a>.</p>
<p>Duração total: 41:43. Podem <a rel="#someid1" href="http://www.oportoemconversa.com/mp3/porto_em_conversa_fernandomartins2.mp3" target="_blank">descarregar o programa directamente</a> ou subscrever o podcast <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/feeds2.feedburner.com');" rel="#someid2" href="http://feeds2.feedburner.com/OPortoEmConversa" target="_blank">através deste link <img src="http://www.feedburner.com/fb/images/pub/feed-icon16x16.png" alt="" /></a>.</p>
<p><a href="http://pt.linkedin.com/in/fmartins"><span id="more-603"></span><a href="http://www.oportoemconversa.com/wp-content/uploads/2010/01/muchbeta.png"><img class="alignleft size-full wp-image-613" title="muchbeta" src="http://www.oportoemconversa.com/wp-content/uploads/2010/01/muchbeta.png" alt="" width="296" height="167" /></a>Fernando Martins</a> refere como é importante afinar o conceito antes de passar para fases seguintes. Não há desenvolvimento concreto sem antes definir concretamente o âmbito, encontradas as palavras-chave que definem o que se vai desenvolver e num processo mais ou menos iterativo produzidas as especificações (sempre quase) finais.</p>
<p>A muchBeta utiliza uma framework que desenvolveu em php sobre a plataforma <a href="http://www.zend.com/">Zend</a>, tendo essa plataforma sido desenvolvida já a pensar nas funcionalidades que o <a href="http://aws.amazon.com/ec2/">Amazon EC2</a> disponibiliza no que diz respeito a escalabilidade.<br />
Apesar de usarem Windows nos computadores pessoais, a muchBeta opta por Linux nos servidores e é também grande utilizadora de aplicações Google como o Google Docs.</p>
<p>A opção de ter os servidores de produção na Amazon necessita sempre de explicações aos potenciais clientes (apesar de terem online a sua <a href="https://www.teepin.com/pages/politica-de-seguranca">politica de segurança</a> e de <a href="https://www.teepin.com/pages/politica-de-privacidade">privacidade</a>). De qualquer forma, esta opção conjugada com a utilização de comunicações encriptadas entre o cliente e os servidores (utilizando certificados da <a href="http://www.digicert.com/">Digicert</a>) tem sido garantia de segurança e confidencialidade.</p>
<p>Fernando Martins referiu-se ainda à opção de desenvolvimento de APIs (como a já existente para o <a href="https://www.teepin.com/api">Teepin</a>) e como ela poderá ter um papel importante quer no próprio desenvolvimento de outros (sub)produtos da muchBeta como as versões móveis dos seus produtos mas também na integração com produtos terceiros.</p>
<p>Finalmente, numa perspectiva mais light, falamos dos sites e livros mais influentes.<br />
No primeiro caso, e referindo que não tem muita disponibilidade para &#8220;frequentar&#8221; a blogosfera indicou como sites que segue com assiduidade os seguintes: <a href="http://www.fastcompany.com/">Fast Company</a>, <a href="http://www.forbes.com/">Forbes</a>, <a href="http://www.readwriteweb.com/">ReadWriteWeb</a>, <a href="http://mashable.com/">Mashable</a> e <a href="http://technorati.com/">Technorati</a>.<br />
Em relação a livros, para além do <a href="http://www.amazon.com/Getting-Real-smarter-successful-application/dp/0578012812/ref=pd_sim_sbs_b_2">Getting Real</a> de 37 Signals, com as suas ideias de simplificação e menos é melhor, referiu principalmente os livros de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Haruki_Murakami">Haruki Murakami</a> que permitem passar da realidade para a imaginação de uma forma muito poetica e dessa forma complementar este lado tão logico e racional que é o desenvolvimento de software.</p>

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<li><a href='http://www.oportoemconversa.com/2009/05/07/conversa-com-catarina-martins-podcast/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Conversa com Catarina Martins &#8211; podcast'>Conversa com Catarina Martins &#8211; podcast</a></li>
<li><a href='http://www.oportoemconversa.com/2009/12/15/programar-para-o-mundo-e-nao-para-portugal-fernando-martins/' rel='bookmark' title='Permanent Link: &#8220;Programar para o Mundo e não para Portugal&#8221; &#8211; Fernando Martins'>&#8220;Programar para o Mundo e não para Portugal&#8221; &#8211; Fernando Martins</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<itunes:subtitle>Depois de na primeira parte temos falado mais sobre a parte de negócio da muchBeta, nesta parte exploramos mais a vertente tecnológica.
Falamos primeiro sobre o ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Depois de na primeira parte temos falado mais sobre a parte de negócio da muchBeta, nesta parte exploramos mais a vertente tecnológica.
Falamos primeiro sobre o processo de desenvolvimento da muchBeta e como já evoluiu nos dois primeiros produtos que já foram lançados: Lawrd e Teepin.

Duração total: 41:43. Podem descarregar o programa directamente ou subscrever o podcast através deste link .

Fernando Martins refere como é importante afinar o conceito antes de passar para fases seguintes. Não há desenvolvimento concreto sem antes definir concretamente o âmbito, encontradas as palavras-chave que definem o que se vai desenvolver e num processo mais ou menos iterativo produzidas as especificações (sempre quase) finais.

A muchBeta utiliza uma framework que desenvolveu em php sobre a plataforma Zend, tendo essa plataforma sido desenvolvida já a pensar nas funcionalidades que o Amazon EC2 disponibiliza no que diz respeito a escalabilidade.
Apesar de usarem Windows nos computadores pessoais, a muchBeta opta por Linux nos servidores e é também grande utilizadora de aplicações Google como o Google Docs.

A opção de ter os servidores de produção na Amazon necessita sempre de explicações aos potenciais clientes (apesar de terem online a sua politica de segurança e de privacidade). De qualquer forma, esta opção conjugada com a utilização de comunicações encriptadas entre o cliente e os servidores (utilizando certificados da Digicert) tem sido garantia de segurança e confidencialidade.

Fernando Martins referiu-se ainda à opção de desenvolvimento de APIs (como a já existente para o Teepin) e como ela poderá ter um papel importante quer no próprio desenvolvimento de outros (sub)produtos da muchBeta como as versões móveis dos seus produtos mas também na integração com produtos terceiros.

Finalmente, numa perspectiva mais light, falamos dos sites e livros mais influentes.
No primeiro caso, e referindo que não tem muita disponibilidade para "frequentar" a blogosfera indicou como sites que segue com assiduidade os seguintes: Fast Company, Forbes, ReadWriteWeb, Mashable e Technorati.
Em relação a livros, para além do Getting Real de 37 Signals, com as suas ideias de simplificação e menos é melhor, referiu principalmente os livros de Haruki Murakami que permitem passar da realidade para a imaginação de uma forma muito poetica e dessa forma complementar este lado tão logico e racional que é o desenvolvimento de software.

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&#8220;Programar para o Mundo e não para Portugal&#8221; &#8211; Fernando Martins
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		<itunes:author>Vitor Silva</itunes:author>
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		<title>Conversa com Fernando Martins &#8211; muchBeta, o negócio</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 21:42:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Porto em Conversa]]></category>
		<category><![CDATA[business plan]]></category>
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		<description><![CDATA[Primeira parte da entrevista a Fernando Martins. Falamos de como surgiu a muchBeta, da importância de ter uma equipa experiente e com backgrounds diversificados e claro, porque razão preferem programar para o mundo em vez de (só) para Portugal.


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<li><a href='http://www.oportoemconversa.com/2009/12/15/programar-para-o-mundo-e-nao-para-portugal-fernando-martins/' rel='bookmark' title='Permanent Link: &#8220;Programar para o Mundo e não para Portugal&#8221; &#8211; Fernando Martins'>&#8220;Programar para o Mundo e não para Portugal&#8221; &#8211; Fernando Martins</a></li>
<li><a href='http://www.oportoemconversa.com/2009/05/07/conversa-com-catarina-martins-podcast/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Conversa com Catarina Martins &#8211; podcast'>Conversa com Catarina Martins &#8211; podcast</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ouvir <a href="http://pt.linkedin.com/in/fmartins">Fernando Martins</a> na sessão do Porto do <a href="http://www.oportoemconversa.com/2009/12/15/programar-para-o-mundo-e-nao-para-portugal-fernando-martins/">Ignite Portugal</a> achei que seria interessante explorar um pouco o mais aquele que era o título da sua apresentação: Programar para o Mundo e não para Portugal.</p>
<p>Duração total: 41:42<br />
Podem <a rel="#someid1" href="http://www.oportoemconversa.com/mp3/porto_em_conversa_fernandomartins1.mp3" target="_blank">descarregar o programa directamente</a> ou subscrever o podcast <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/feeds2.feedburner.com');" rel="#someid2" href="http://feeds2.feedburner.com/OPortoEmConversa" target="_blank">através deste link</a>.</p>
<p><span id="more-601"></span><a href="http://www.oportoemconversa.com/wp-content/uploads/2010/01/muchbeta.png"><img class="alignleft size-full wp-image-613" title="muchbeta" src="http://www.oportoemconversa.com/wp-content/uploads/2010/01/muchbeta.png" alt="" width="296" height="167" /></a>Assim, neste primeira parte falamos de como nasceu esta empresa de <em>desenvolvimento de &#8220;aplicações web, empresariais, baratas, fáceis de utilizar&#8221;</em>, da importância de conseguir definir o que se quer atingir e quais os recursos necessários para isso.<br />
É quase paradoxal que uma empresa de desenvolvimento web tenha optado por ter uma estrutura jurídica perfeitamente definida nestes tempos da informalidade mas Fernando Martins explica essa opção e detalha como decorreu o processo de criação do business plan da empresa e da pesquisa de financiadores.</p>
<p>Falamos ainda do mix diversificado de ideias que uma equipa com backgrounds diferentes pode desenvolver e a importância que todos esses contributos podem ter no desenvolvimento de um produto, que é mais do que linhas de código.</p>
<p>Na <a href="http://www.oportoemconversa.com/2010/01/24/conversa-com-fernando-martins-muchbeta-a-tecnologia/">segunda parte</a> deste podcast exploramos mais as questões tecnológicas e de desenvolvimento do produto&#8230; a ouvir, principalmente para os designers e programadores que nos seguem.<br />
Mais informações sobre a empresa em <a href="http://www.muchbeta.com/">http://www.muchbeta.com</a>, ou sobre os seus 2 principais produtos em <a href="http://www.lawrd.com/">http://www.lawrd.com/</a> e <a href="http://www.teepin.com/">http://www.teepin.com/</a>.</p>

<p class="FacebookLikeButton"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.oportoemconversa.com%2F2010%2F01%2F24%2Fconversa-com-fernando-martins-muchbeta-o-negocio%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=yes&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;locale=en_US" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height: 25px"></iframe></p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<itunes:summary>Depois de ouvir Fernando Martins na sessão do Porto do Ignite Portugal achei que seria interessante explorar um pouco o mais aquele que era o título da sua apresentação: Programar para o Mundo e não para Portugal.

Duração total: 41:42
Podem descarregar o programa directamente ou subscrever o podcast através deste link.

Assim, neste primeira parte falamos de como nasceu esta empresa de desenvolvimento de "aplicações web, empresariais, baratas, fáceis de utilizar", da importância de conseguir definir o que se quer atingir e quais os recursos necessários para isso.
É quase paradoxal que uma empresa de desenvolvimento web tenha optado por ter uma estrutura jurídica perfeitamente definida nestes tempos da informalidade mas Fernando Martins explica essa opção e detalha como decorreu o processo de criação do business plan da empresa e da pesquisa de financiadores.

Falamos ainda do mix diversificado de ideias que uma equipa com backgrounds diferentes pode desenvolver e a importância que todos esses contributos podem ter no desenvolvimento de um produto, que é mais do que linhas de código.

Na segunda parte deste podcast exploramos mais as questões tecnológicas e de desenvolvimento do produto... a ouvir, principalmente para os designers e programadores que nos seguem.
Mais informações sobre a empresa em http://www.muchbeta.com, ou sobre os seus 2 principais produtos em http://www.lawrd.com/ e http://www.teepin.com/.

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Conversa com Catarina Martins &#8211; podcast
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		<title>Conversa com Joaquim Jorge &#8211; podcast</title>
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		<comments>http://www.oportoemconversa.com/2009/12/04/conversa-com-joaquim-jorge-podcast/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 04:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A edição de Dezembro do Porto em Conversa foi com Joaquim Jorge, o mentor do Clube dos Pensadores. Numa conversa animada falamos da motivação para a realização das diferentes actividades de que o Clube dos Pensadores é composto, nomeadamente os debates, o programa de rádio na RCM, o blog e o livro. Duração total: 31:49 [...]


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<li><a href='http://www.oportoemconversa.com/2009/02/11/conversa-com-cristina-santos-podcast/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Conversa com Cristina Santos &#8211; podcast'>Conversa com Cristina Santos &#8211; podcast</a></li>
<li><a href='http://www.oportoemconversa.com/2009/07/07/conversa-com-jose-freitas-podcast/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Conversa com José Freitas &#8211; podcast'>Conversa com José Freitas &#8211; podcast</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A edição de Dezembro do Porto em Conversa foi com Joaquim Jorge, o mentor do <a href="http://clubedospensadores.blogspot.com/">Clube dos Pensadores</a>.</p>
<p>Numa conversa animada falamos da motivação para a realização das diferentes actividades de que o Clube dos Pensadores é composto, nomeadamente os<a href="http://www.livestream.com/clubedospensadores"> debates</a>, o programa de rádio na RCM, o <a href="http://clubedospensadores.blogspot.com/">blog</a> e o <a href="http://clubedospensadores.blogspot.com/2009/11/debate-apresentacao-do-livro-clube-dos.html">livro</a>.</p>
<p>Duração total: 31:49</p>
<p>Podem <a rel="#someid1" href="http://www.oportoemconversa.com/mp3/porto_em_conversa_joaquim_jorge.mp3">descarregar o programa directamente</a> ou subscrever o podcast <a rel="#someid2" href="http://feeds2.feedburner.com/OPortoEmConversa">através deste link <img src="http://www.feedburner.com/fb/images/pub/feed-icon16x16.png" alt="" /></a>.</p>

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		<title>Eu Participo</title>
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		<comments>http://www.oportoemconversa.com/2009/11/10/eu-participo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 14:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[2009 poderá ter sido o ano da mudança de paradigma na relação cidadãos / políticos. A existência de 3 eleições levou a um aumento da cobertura mediática de diferentes questões políticas e de cidadania, e para além disso cada vez mais os cidadãos têm acesso a meios de divulgação de informação/opinião não intermediada através de [...]


No related posts.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>2009 poderá ter sido o ano da mudança de paradigma na relação cidadãos / políticos.</p>
<p>A existência de 3 eleições levou a um aumento da cobertura mediática de diferentes questões políticas e de cidadania, e para além disso cada vez mais os cidadãos têm acesso a meios de divulgação de informação/opinião não intermediada através de toda a rede social.</p>
<p>Um dos projectos que surgiu durante este ano com o objectivo de servir de plataforma para a participação civica foi o <a href="http://www.euparticipo.org/">euparticipo</a>.<br />
Criado pela <a href="http://www.oceanlab.pt/">Oceanlab</a> de Lisboa apareceu a partir da necessidade de criar algo assumidamente não controlado por políticos.</p>
<p>Nesta edição do podcast O Porto em Conversa, falei com Paulo Ribeiro, da Oceanlab, sobre este projecto.<br />
Falamos sobre quais as suas motivações, como vêem o euparticipo na relação com outras comunidades virtuais já existentes e quais os passos futuros para este projecto nomeadamente a possibilidade de levar as ideias a quem as possa implementar.</p>
<p>Duração: 38:40</p>
<p>Podem <a rel="#someid1" href="http://www.oportoemconversa.com/mp3/porto_em_conversa_pauloribeiro.mp3">descarregar o programa directamente</a> ou subscrever o podcast <a rel="#someid2" href="http://feeds2.feedburner.com/OPortoEmConversa">através deste link <img src="http://www.feedburner.com/fb/images/pub/feed-icon16x16.png" alt="" /></a>.</p>

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<p>No related posts.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Conversa com candidatos do MEP</title>
		<link>http://www.oportoemconversa.com/2009/09/20/conversa-com-mep/</link>
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		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 18:09:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como tinha referido, o podcast de Setembro foi com o candidato à Assembleia Municipal do Porto do MEP, Sebastião Sousa Pinto e o cabeça de lista à Assembleia de Republica pelo distrito do Porto, Joaquim Pedro Cardoso da Costa. Para além das questões que o aparecimento de qualquer novo partido sugere como quais as suas [...]


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<li><a href='http://www.oportoemconversa.com/2009/01/09/conversa-com-tiago-azevedo-fernandes-primeiras-notas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Conversa com Tiago Azevedo Fernandes &#8211; primeiras notas'>Conversa com Tiago Azevedo Fernandes &#8211; primeiras notas</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como tinha referido, o podcast de Setembro foi com o candidato à Assembleia Municipal do Porto do <a href="http://mep.pt/porto/">MEP</a>, Sebastião Sousa Pinto e o cabeça de lista à Assembleia de Republica pelo distrito do Porto, <a href="http://www.sebastiaosousapinto.pt/MEP/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=47&amp;Itemid=53">Joaquim Pedro Cardoso da Costa</a>.</p>
<p>Para além das questões que o aparecimento de qualquer novo partido sugere como quais as suas motivações e o que o diferencia dos partidos actuais, discutimos também um pouco o programa nacional do MEP e como ele se enquadra na realidade do Porto.</p>
<p>Concluímos esta entrevista com um conjunto de perguntas temáticas sobre a cidade do Porto, como a questão das concessões a privados de equipamentos públicos.</p>
<p>Duração total: 49:07</p>
<p>Podem <a style="color:#0066cc;text-decoration:none;" rel="#someid1" href="http://www.oportoemconversa.com/mp3/porto_em_conversa_mep.mp3">descarregar o programa directamente</a> ou subscrever o podcast <a style="color:#0066cc;text-decoration:none;" rel="#someid2" href="http://feeds2.feedburner.com/OPortoEmConversa">através deste link <img style="max-width:100%;vertical-align:middle;border:initial none initial;padding:0;" src="http://www.feedburner.com/fb/images/pub/feed-icon16x16.png" alt="" /></a>.</p>

<p class="FacebookLikeButton"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.oportoemconversa.com%2F2009%2F09%2F20%2Fconversa-com-mep%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=yes&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;locale=en_US" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height: 25px"></iframe></p>
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<li><a href='http://www.oportoemconversa.com/2009/01/09/conversa-com-tiago-azevedo-fernandes-primeiras-notas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Conversa com Tiago Azevedo Fernandes &#8211; primeiras notas'>Conversa com Tiago Azevedo Fernandes &#8211; primeiras notas</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Conversa com Pedro Principe &#8211; podcast</title>
		<link>http://www.oportoemconversa.com/2009/08/11/conversa-com-pedro-principe-podcast/</link>
		<comments>http://www.oportoemconversa.com/2009/08/11/conversa-com-pedro-principe-podcast/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 21:42:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Porto em Conversa]]></category>
		<category><![CDATA[biblioteca]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[pedro principe]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[O podcast de Agosto foi com Pedro Principe do blog Rato de Biblioteca e falamos sobre as bibliotecas na época da tecnologia e web2.0. Mesmo a propósito com o tema gravamos no Clube Literário do Porto. A determinada altura a propósito da necessidade de comunicação que estas instituições têm Pedro Principe referiu &#8220;todas elas [bibliotecas] [...]


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<li><a href='http://www.oportoemconversa.com/2009/02/11/conversa-com-cristina-santos-podcast/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Conversa com Cristina Santos &#8211; podcast'>Conversa com Cristina Santos &#8211; podcast</a></li>
<li><a href='http://www.oportoemconversa.com/2009/05/07/conversa-com-catarina-martins-podcast/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Conversa com Catarina Martins &#8211; podcast'>Conversa com Catarina Martins &#8211; podcast</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O podcast de Agosto foi com <a href="http://www.twitter.com/pedroprincipe">Pedro Principe</a> do blog <a href="http://ratodebiblioteca.blogspot.com/">Rato de Biblioteca</a> e falamos sobre as bibliotecas na época da tecnologia e web2.0. Mesmo a propósito com o tema gravamos no <a href="http://www.clubeliterariodoporto.co.pt">Clube Literário do Porto</a>.</p>
<p>A determinada altura a propósito da necessidade de comunicação que estas instituições têm Pedro Principe referiu &#8220;todas elas [bibliotecas] quando fazem o seu site colocam no seu site uma opção de menu que é apresentação-missão, (&#8230;), mas é preciso é contar a vida dessas bibliotecas, como é que essa missão se está a realizar&#8221; e realmente parece-me que cada vez mais é necessário comunicar o processo em vez de / para além de comunicar os fins a atingir</p>
<p>Foi de facto uma conversa que andou à volta do mundo das bibliotecas mas com observações a propósito do tema das tecnologias que me parecem aplicáveis a muitas outras organizações públicas (e privadas).</p>
<p>Duração total – 1:10:00</p>
<p>Podem <a style="color:#0066cc;text-decoration:none;" rel="#someid1" href="http://www.oportoemconversa.com/mp3/porto_em_conversa_pedro_principe.mp3">descarregar o programa directamente</a> ou subscrever o podcast <a style="color:#0066cc;text-decoration:none;" rel="#someid2" href="http://feeds2.feedburner.com/OPortoEmConversa">através deste link <img style="max-width:100%;vertical-align:middle;border:0 none initial;padding:0;" src="http://www.feedburner.com/fb/images/pub/feed-icon16x16.png" alt="" /></a>.</p>
<p><span id="more-282"></span><br />
Algumas Notas:</p>
<ul>
<li>03:00 &#8211; utilização de blogs na realidade pessoal</li>
<li>05:00 &#8211; reputação online e criação de contextos online</li>
<li>07:00 &#8211; as bibliotecas nos dias de hoje</li>
<li>08:30 &#8211; bibliotecas digitais / virtuais</li>
<li>10:00 &#8211; o espaço fisico das bibliotecas</li>
<li>14:00 &#8211; biblioteca como espaços comunitários</li>
<li>16:00 &#8211; falta uma cultura de promoção / divulgação das actividades das bibliotecas</li>
<li>19:30 &#8211; não existe uma cultura de comunicação institucional: &#8220;as bibliotecas só existem em função dos utilizadores&#8221;</li>
<li>20:30 &#8211; &#8220;todas elas [bibliotecas] quando fazem o seu site colocam no seu site uma opção de menu que é apresentação \ missão, (&#8230;), mas é preciso é contar a vida dessas bibliotecas, como é que essa missão se está a realizar&#8221;</li>
<li>22:00 &#8211; biblioteca como serviço fronteira entre produtores de conhecimento / consumidores desse conhecimento</li>
<li>23:00 &#8211; dificuldades na presença online &#8211; necessário dar feedback</li>
<li>24:10 &#8211; sobre as ideias da web 2.0 &#8211; não requere conhecimentos técnicos nem investimentos económicos?</li>
<li>27:15 &#8211; utilização das novas tecnologias como um processo</li>
<li>31:30 &#8211; sobre a especialização desta área &#8211; profissionalização e necessidades de formação</li>
<li>33:00 &#8211; biblioteca como investimento social</li>
<li>&#8220;[nas] bibliotecas com um dinamismo muito grande, tenho a certeza que se a câmara [municipal] desinvestir, há-de haver muito mais gente a notar que ela está a desinvestir e a não gostar disso do que noutras câmaras onde se se desinvestir na biblioteca se calhar não se nota porque já pouca presença pública ela tem. (&#8230;) nós temos que demonstrar, comunicando mais, fazendo mais e melhor, demonstrar que somos um serviço importante&#8221;</li>
<li>35:00 &#8211; &#8220;como é que um organismo cria um imagem online usando ferramentas que são normalmente para uso por individuos&#8221; / presença individual ou colectiva</li>
<li>39:00 &#8211; sobre os códigos de conduta</li>
<li>41:00 &#8211; &#8220;a web dá um maior eco das coisas, porque ao balcao de uma biblioteca já se ouviram as coisas mais valorativas mas também as piores coisas que se podiam dizer a um funcionário&#8221;</li>
<li>43:00 &#8211; a maior visibilidade que a web2.0 dá</li>
<li>47:30 &#8211; indicadores para avaliar a presença das bibliotecas na web</li>
<li>49:45 &#8211; &#8220;a aplicação das tecnologias de informação é absolutamente essencial porque os caloiros que vão entrar este ano nasceram em 1991, são os nativos digitais. isso tem que ter alguma implicação no nosso dia-a-dia&#8221;</li>
<li>53:30 &#8211; é importante a redundância na comunicação &#8211; utilizar vários meios para distribuição de conhecimento</li>
<li>56:00 &#8211; estudo sobre os blogs no mundo das bibliotecas</li>
<li>1:00:00 &#8211; meios inovadores nas bibliotecas</li>
<li>1:05:00 &#8211; ajustar meios ao publico-alvo</li>
<li>1:08:50 &#8211; os nossos catalogos actualmetne têm que &#8220;respeitar&#8221; 2 metáforas que são a amazon e o google, um catálogo que fuja dessas 2 realidades corre o risco de não servir ninguém</li>
</ul>

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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Conversa com José Freitas &#8211; podcast</title>
		<link>http://www.oportoemconversa.com/2009/07/07/conversa-com-jose-freitas-podcast/</link>
		<comments>http://www.oportoemconversa.com/2009/07/07/conversa-com-jose-freitas-podcast/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 18:38:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Porto em Conversa]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[josé freitas]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta edição do Porto em Conversa falei com José Freitas, jornalista no Jornal Primeira Mão e Rádio Lidador. O tema foi a comunicação social e os desafios e alguns constrangimentos com que tem que lidar no mundo actual da informação instantânea e permanente da Internet. Também falamos do papel do &#8220;jornalismo do cidadão&#8221; e qual [...]


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<li><a href='http://www.oportoemconversa.com/2009/05/07/conversa-com-catarina-martins-podcast/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Conversa com Catarina Martins &#8211; podcast'>Conversa com Catarina Martins &#8211; podcast</a></li>
<li><a href='http://www.oportoemconversa.com/2009/08/11/conversa-com-pedro-principe-podcast/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Conversa com Pedro Principe &#8211; podcast'>Conversa com Pedro Principe &#8211; podcast</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta edição do Porto em Conversa falei com José Freitas, jornalista no Jornal Primeira Mão e Rádio Lidador.</p>
<p>O tema foi a comunicação social e os desafios e alguns constrangimentos com que tem que lidar no mundo actual da informação instantânea e permanente da Internet.</p>
<p>Também falamos do papel do &#8220;jornalismo do cidadão&#8221; e qual o papel que pode ter no actual mundo das notícias.</p>
<p>Duração total &#8211; 38:41</p>
<p>Podem <a rel="#someid1" href="http://www.oportoemconversa.com/mp3/porto_em_conversa_jose_freitas.mp3">descarregar o programa directamente</a> ou subscrever o podcast <a rel="#someid2" href="http://feeds2.feedburner.com/OPortoEmConversa">através deste link <img style="border:0 none;vertical-align:middle;" src="http://www.feedburner.com/fb/images/pub/feed-icon16x16.png" alt="" /></a>.</p>
<p>Algumas notas:</p>
<ul>
<li>o que diferencia os jornalistas dos bloggers, obrigação do principio do contraditório, confirmação das fontes.</li>
<li>bloggers podem ser parceiros e complementos aos jornalistas</li>
<li>os cidadãos dão o quê e os jornalistas dão o porquê =&gt; mas há também a componente de profissão, fazer porque é a sua profissão. jornalista por ordem profissinoal tem que ir</li>
<li>04:00 &#8211; &#8220;&#8230;cada um [blogger/jornalista] terá as suas funções, a pessoa que em casa quer ser um pouco uma espécie de jornalista mas que &#8220;hoje até nem me apatece estar agora a escrever sobre determinada coisa, ou ir aquele sitio para poder escrever sobre isso&#8221; não vai, não tem essa obrigação. o jornalista por questões de ordem profissional tem que ir, se o &#8220;chefe&#8221; lhe indica, é preciso ir ali, terá que ir e terá depois que contar a história&#8230;nem todas as historias, nem tudo aquilo que é informação poderá ser interessante para o jornalista-cidadão ou para aquelas pessoas que agora surgem a relatar coisas que&#8230; de facto só relatam porque têm interesse nelas, se não tiverem interesse nelas não vão relatar.&#8221;</li>
<li>05:00 &#8211; confiança (também no jornalismo) é algo que se constroi</li>
<li>08:40 &#8211; qualidade do jornalismo &#8211; como sobreviver ao excesso de informação</li>
<li>09:20 &#8211; &#8220;durante muitos anos tivemos em Portugal aquilo que se convencionou chamar o Portugal Sentado que era as questões do governo, as conferências, debates, seminários, mas não havia povo, não havia rua, não havia vida nessas noticias&#8230;&#8221;</li>
<li>&#8220;excesso de informação quer dizer que é boa informação?&#8221;</li>
<li>11:50 &#8211; necessidades do jornalismo actual: &#8220;análise, informação, concreta, correcta, bem trabalhada, bem desenvolvida, bem escrita, e depois amplamente ilustrada com uns infograficos, com fotografias bonitas ou que enquadrem bem a informação, que dêem informação extra, se calhar uma ou outra ilustração, (&#8230;) o problema é que isso custa dinheiro&#8221;</li>
<li>13:00 &#8211; &#8220;é complicado estar a enviar alguém para a rua para fazer uma história que só pode passar daqui a uns três ou quatro dias porque há que contactar com x, y, z e isso não pode ser porque é tempo perdido e temos que seguir em frente porque há outras histórias, outras notícias&#8230;&#8221;</li>
<li>14:00 &#8211; mas há mesmo notícias para transmitir?</li>
<li>15:15 &#8211; jornalistas ainda servem como ferramenta para os cidadãos fazerem pressão sobre outros</li>
<li>17:00 &#8211; a noticia é importante ou relevante tendo em conta aquilo que nós pensamos</li>
<li>19:00 &#8211; os jornalistas têm que ser especialistas em todos os assuntos e nas ferramentas (audio, video, fotografia, grafismo, &#8230;), empresarialmente dá jeito&#8230;</li>
<li>21:00 &#8211; quais as especificidades de cada meio &#8211; jornal, audio, video, web</li>
<li>22:00 &#8211; &#8220;&#8230;aquela notícia já está feita só tem é que ser transportada para outro plano&#8230; se vamos estar a refazê-la, estamos a fazer a mesma noticia duas vezes&#8230;&#8221;</li>
<li>26:00 &#8211; o jornalismo regional &#8211; &#8220;não é por falta de noticias que não se tem noticias&#8221;. &#8220;há demasiadas coisas, não se consegue é estar em todo o lado&#8221;</li>
<li>27:50 &#8211; jornalismo como gestor de comunidades? =&gt; paralelo com correspondentes.</li>
<li>32:00 &#8211; não há noticias do país&#8230; por concentração dos meios, quer jornalistas, quer pessoas&#8230; falta de massa humana nos locais</li>
</ul>

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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Conversa com Pedro Morgado &#8211; podcast</title>
		<link>http://www.oportoemconversa.com/2009/06/01/conversa-com-pedro-morgado-podcast/</link>
		<comments>http://www.oportoemconversa.com/2009/06/01/conversa-com-pedro-morgado-podcast/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 11:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vitorsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Porto em Conversa]]></category>
		<category><![CDATA[avenida central]]></category>
		<category><![CDATA[braga]]></category>
		<category><![CDATA[pedro morgado]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Na edição 6 do podcast O Porto em Conversa falei com Pedro Morgado do blog Avenida Central. Começamos por falar de algumas grandes ideias associadas a Braga como a sua relação com a Igreja e as possíveis explicações para o longo &#8220;reinado&#8221; de Mesquita Machado. Seguimos depois para alguns problemas e questões que se debatem [...]


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<li><a href='http://www.oportoemconversa.com/2009/08/11/conversa-com-pedro-principe-podcast/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Conversa com Pedro Principe &#8211; podcast'>Conversa com Pedro Principe &#8211; podcast</a></li>
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na edição 6 do podcast O Porto em Conversa falei com Pedro Morgado do blog <a href="http://avenidacentral.blogspot.com/">Avenida Central</a>.</p>
<p>Começamos por falar de algumas grandes ideias associadas a Braga como a sua relação com a Igreja e as possíveis explicações para o longo &#8220;reinado&#8221; de Mesquita Machado.</p>
<p>Seguimos depois para alguns problemas e questões que se debatem na cidade nomeadamente a reabilitação urbana, desertificação do seu centro, questões de mobilidade entre outros e como Guimarães pode ser um exemplo nomeadamente na questão da recuperação do seu centro histórico.</p>
<p>E naturalmente falamos das relações entre as diferentes cidades do Minho, nomeadamente através do &#8220;Quadrilátero Urbano&#8221; (Braga, Guimarães, Famalicão, Barcelos), do Turismo como grande indutor de desenvolvimento e como o &#8220;portocentrismo&#8221; ainda se faz sentir em algumas decisões.</p>
<p>Aqui ficam algumas notas:</p>
<ul>
<li>00:50 &#8211; sobre o blog avenida central</li>
<li>04:10 &#8211; a influencia da igreja em braga. &#8220;na cidade de braga a orientação de voto da igreja para o referendo ao aborto não foi seguida&#8221; (&#8230;) &#8220;há uma marca permanente da igreja na vivência cidade mas tenho algumas duvidas que essa marca consiga mobilizar tantas pessoas como no passado&#8221;</li>
<li>06:20 &#8211; sobre a multiplicação de mandatos de mesquita machado. &#8220;também me causa alguma perplexidade. como é que é possivel uma cidade com tanta gente boa e com tanta gente competente não ter encontrado novas soluções que permitam a necessária renovação.&#8221;.</li>
<li>08:00 &#8211; &#8220;nos últimos actos eleitorais a renovação tem sido sempre vitoriosa na cidade e perde nas freguesias limitrofes.&#8221;</li>
<li>09:00 &#8211; relação urbano / rural</li>
<li>10:00 &#8211; o que se discute em braga? &#8220;falta de planeamento urbanistico&#8221;. &#8220;braga tem défice de espaços verdes&#8221; (&#8230;) &#8220;e isso traduz-se na diminiução da qualidade de vida&#8221;.</li>
<li>11:00 &#8211; os transportes &#8211; &#8220;braga é uma cidade pensada para o uso do transporte individual privado&#8221;. &#8220;não tem uma rede aceitavel de transportes urbanos&#8221;</li>
<li>14:00 &#8211; reabilitação urbana. &#8220;o exemplo de guimarães devia ter sido seguido na nossa cidade [braga]&#8220;</li>
<li>14:45 &#8211; &#8220;não há pessoas no centro de braga&#8221;</li>
<li>18:20 &#8211; sobre a comboiosXXI e a ligação braga-porto em comboio.</li>
<li>21:00 &#8211; sobre a ligação metro trofa-porto</li>
<li>22:20 &#8211; porque não criar uma rede de caminhos de ferros entre barcelos braga guimarães</li>
<li>23:20 &#8211; &#8220;os comboios urbanos do norte são exclusivamente para transportar pessoas de e para o porto. à parte disto não há transporte urbano ferroviario no norte.&#8221;</li>
<li>24:30 &#8211; sobre a crise</li>
<li>26:00 &#8211; &#8220;a região não foi capaz de absorver toda esta massa crítica que saiu das universidades&#8221;</li>
<li>26:30 &#8211; sobre as portagens, as scuts e as subvenções aos transportes públicos no porto e lisboa</li>
<li>29:00 &#8211; falta relevância politica [ao minho], o minho não é tido em conta nas decisões.</li>
<li>29:40 &#8211; &#8220;imagem messiânica do actual presidente da câmara [do porto]&#8220;</li>
<li>31:00 &#8211; relação entre as diferentes cidades</li>
<li>33:30 &#8211; &#8220;[braga] é uma cidade menos habituada a falar sobre os assuntos e a refletir sobre os assuntos e a ter opinião sobre os assuntos, (&#8230;) há um défice de discussão e de planeamento e de reflexão na cidade de braga&#8221;</li>
<li>35:00 &#8211; exemplo de guimarães sobre a reabilitação da praça do toural</li>
<li>36:25 &#8211; sobre o quadrilátero urbano</li>
<li>37:35 &#8211; &#8220;não há nenhum motivo para a programação cultural destas quatro cidades [braga, guimarães, barcelos, famalicão] que é de excelência, ser feita numa lógica concorrencial, ele deve ser feita numa lógica integrada&#8221;</li>
<li>38:30 &#8211; sobre guimarães capital europeia da cultura</li>
<li>40:00 &#8211; turismo. &#8220;guimarães apostou muito e bem&#8221;</li>
<li>42:00 &#8211; a relação viana &#8211; braga</li>
<li>44:30 &#8211; sobre a regionalização</li>
<li>45:40 &#8211; &#8220;a AMP tem muito menos a ver com o norte que todo o resto do norte&#8221;</li>
<li>46:30 &#8211; portocentrismo</li>
<li>49:30 &#8211; turismo no norte</li>
<li>50:50 &#8211; &#8220;a proposta que anda sempre no ar de fazer do minho uma espécie de turismo fast-food que as pessoas consomem rapidamente e a custo baixo enquanto estão no porto a fazer os seus investimentos não serve. é uma proposta que não serve ao minho.&#8221;</li>
<li>51:40 &#8211; &#8220;o minho precisa de produzir alguma coisa para vender (&#8230;), o minho tem cérebros e tem turismo&#8221;</li>
</ul>
<p>Podem <a rel="#someid5" href="http://www.oportoemconversa.com/mp3/porto_em_conversa_pedro_morgado.mp3">descarregar o programa directamente</a> ou subscrever o podcast <a rel="#someid6" href="http://feeds2.feedburner.com/OPortoEmConversa">através deste link <img style="border:0 none;vertical-align:middle;" src="http://www.feedburner.com/fb/images/pub/feed-icon16x16.png" alt="" /></a>.</p>

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